<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5397091705133211974</id><updated>2011-10-22T11:13:35.239-07:00</updated><title type='text'>Imaginário Alagoas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://edson-bezerra.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5397091705133211974/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-bezerra.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Edson Bezerra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16549731388803569760</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5397091705133211974.post-8321527002697253612</id><published>2011-10-22T10:25:00.000-07:00</published><updated>2011-10-22T10:54:03.916-07:00</updated><title type='text'>Alagoas e seus imaginários</title><content type='html'>Alagoas e seus Imaginários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Desde as suas origens, Alagoas desde sempre se oferece enquanto um imaginário composto por diferentes geografias: as geografias marinhas, as geografias fluviais e lacustres e para alem delas, o imaginário dos agrestados e dos sertões. Tem sido justamente a partir destas diferentes geografias culturais, que tem se desenvolvido as escritas do homem das Alagoas e no particular destes homens, as culturas populares, e as diferentes escritas através das quais Alagoas tem sido representada através do encaminhar dos tempos.&lt;br /&gt; Neste sentido é que o presente blog tem a pretensão de construir através de suas diferentes escritas – ensaios, poesias, músicas, imagens, etc. - uma reflexão sobre as coisas das Alagoas, as quais, sendo muitas, se oferecem em demasia.&lt;br /&gt; Todavia, no que se refere às presentes escritas que se ofertarão aqui, vale antes de mais nada mensurar o peso da escrita  sob o cuidado das  palavras, atento para os pressuposto de Graciliano Ramos, de que:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem o seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molhar a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcer o pano, molham-no novamente, voltam a torcer, colocam o anil, ensaboam e torce mais uma vez uma, duas vezes. Depois enxáguam. Dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra. Torcem até não pingar uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas penduram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever  devia fazer  a mesma coisa.&lt;br /&gt;A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso, a palavra foi feita para brilhar.&lt;br /&gt;(Graciliano Ramos, 1948, entrevista concedida em 1948 e colocado em bander oficial do Governo do Estado)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Neste sentido e parafraseando o Velho Graça, não obstante qualquer tipo de entrave histórico,  desdobraremos por aqui as escritas sob o pressuposto de que Alagoas  não foi feita (apenas)  para enfeitar, brilhar como ouro falso, Alagoas foi feita para brilhar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5397091705133211974-8321527002697253612?l=edson-bezerra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://edson-bezerra.blogspot.com/feeds/8321527002697253612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://edson-bezerra.blogspot.com/2011/10/alagoas-e-seus-imaginarios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5397091705133211974/posts/default/8321527002697253612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5397091705133211974/posts/default/8321527002697253612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://edson-bezerra.blogspot.com/2011/10/alagoas-e-seus-imaginarios.html' title='Alagoas e seus imaginários'/><author><name>Edson Bezerra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16549731388803569760</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
